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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Re: "Apesar de vivermos a tecnologia, não podemos deixar que o conhecimento se perca, correndo o risco de perder o sentido." (HMAP)

Re: Discussão da semana 5 - GRUPO 2 - Comentários sobre a "Entrevista com Heron"
por [Aluno] Carlos Alberto Soares Leite - sexta, 14 novembro 2008, 23:52
Oi, Cláudia!
Quando começamos falar de tecnologia a tendência natural é esquecermos do passado, você tem razão, ao abordarmos tecnologia com ensino devemos ficar atentos para não perdermos o foco. Talvez seja uma questão cultural o fato de não utilizarmos a história como referência pro cotidiano, lamentável.
Abç,
Carlos.

(cont.) Mapas Conceituais (INFOE 1)

Re: Pólo de Campo Grande - Parte 1 - MAPAS CONCEITUAIS
por [Aluno] Carlos Alberto Soares Leite - sexta, 14 novembro 2008, 22:51
(cont.)
Os Mapas Conceituais podem ser usados como um instrumento que se aplica a diversas áreas do ensino e da aprendizagem escolar, como planejamentos de currículo, sistemas e pesquisas em educação.
A proposta de trabalho dos Mapas Conceituais está baseada na idéia fundamental da Psicologia Cognitiva de Ausubel que estabelece que a aprendizagem ocorre por assimilação de novos conceitos e proposições na estrutura cognitiva do aluno. Novas idéias e informações são aprendidos, na medida em que existem pontos de ancoragem. Segundo esta teoria, os seguintes aspectos são relevantes para a aprendizagem significativa:
# As entradas para a aprendizagem são importantes.
# Materiais de aprendizagem deverão ser bem organizados.
# Novas idéias e conceitos devem ser "potencialmente significativos" para o aluno.
# Fixando novos conceitos nas já existentes estruturas cognitivas do aluno fará com que os novos conceitos sejam relembrados.
Estes mapas servem para tornar significativa a aprendizagem do aluno, que transforma o conhecimento sistematizado em conteúdo curricular, estabelecendo ligações deste novo conhecimento com os conceitos relevantes que ele já possui.
Esta teoria da assimilação de Ausubel, como uma teoria cognitiva, procura explicar os mecanismos internos que ocorrem na mente dos seres humanos. A referida teoria dá ênfase à aprendizagem verbal, por ser esta predominante em sala de aula.
Abçs,
Carlos.

Mapas Conceituais (INFOE 1)

Re: Pólo de Campo Grande - Parte 1 - MAPAS CONCEITUAIS
por [Aluno] Carlos Alberto Soares Leite - sexta, 14 novembro 2008, 22:10
Boa noite a todos!
Mapas Conceituais são representações gráficas semelhantes a diagramas, que indicam relações entre conceitos ligados por palavras. Representam uma estrutura que vai desde os conceitos mais abrangentes até os menos inclusivos. São utilizados para auxiliar a ordenação e a seqüenciação hierarquizada dos conteúdos de ensino, de forma a oferecer estímulos adequados ao aluno.
Esta abordagem dos mapas conceituais está embasada em uma teoria construtivista, entendendo que o indivíduo constrói seu conhecimento e significados a partir da sua predisposição para realizar esta construção. Servem como instrumentos para facilitar o aprendizado do conteúdo sistematizado em conteúdo significativo para o aprendiz.
Novak é considerado o criador dos mapas conceituais e refere ter usado este em várias pesquisas, contemplando as diversas áreas do conhecimento.
Sds,
Carlos.

Re: Acesso às tecnologias para fins educacionais (HMAP)

Re: Discussão da semana 5 - GRUPO 2 - Elenita
por [Aluno] Carlos Alberto Soares Leite - sexta, 14 novembro 2008, 17:35
Olá, Elenita!
Sua análise é pertinente, pois você vive na carne essa situação.O uso de novas tecnologias na educação ainda é embrionária (devido a tantas dificuldades que vêm sido discutidas neste Curso). A utilização do computador está voltada para o lazer, cabe ao professor desestimular a "preguiça de pensar" do aluno induzindo-o a realizar pesquisas e mostrando-lhe o melhor caminho.
Sobre "ensinar um conceito novo de uma maneira "tradicional" e só depois mostrar num computador a mesma situação" penso que essa proposta demandaria um tempo de aula maior para realizá-la, e também, recairia naquela mesma situação: "Porque não fez direto?".
Abç,
Carlos.

Re: Mesma linguagem (HMAP)

Re: Discussão da semana 5 - GRUPO 2 - Comentários sobre a "Entrevista com Heron"por [Aluno] Carlos Alberto Soares Leite - sexta, 14 novembro 2008, 16:39
Boa tarde, Fabrícia!
Importante sua colocação, me fez lembrar outro problema que enfrentamos: a comunicação. Quando utilizamos uma linguagem comum o entendimento é facilitado, as dúvidas são reduzidas e obtêm-se melhores resultados.
Abraço,
Carlos.

Re: O uso de "Entrevistas" para enriquecer as aulas" (HMAP)

Re: Discussão da semana 5 - GRUPO 2 - Comentários sobre a "Entrevista com Heron"
por [Aluno] Carlos Alberto Soares Leite - sexta, 14 novembro 2008, 11:09
Oi, Cidinéa!
É verdade, vimos que nessa "Entrevista com Heron" alguns conceitos foram introduzidos de forma sucinta e atraente. É uma alternativa para que se estimulem as curiosidades dos alunos nas aulas. A partir daí, a criatividade se aflora e outras propostas de ensino surgem; os próprios estudantes podem contribuir com outros temas atuais de seus interesses.
Obrigado pela força,
Carlos.

Re: "A que se deve essa disparidade entre alunos e professores com relação ao uso dessas novas tecnologias?" (HMAP)

Re: Discussão da semana 5 - GRUPO 2 - Comentários sobre a "Entrevista com Heron"por [Aluno] Carlos Alberto Soares Leite - sexta, 14 novembro 2008, 10:40
Bom dia Wagner!
É muito simples, essa disparidade se dá porque a grande maioria dos alunos convive e pratica diariamente o uso de tecnologias, nesse ponto eles têm mais facilidades que alguns professores. Na verdade, há um choque de gerações; as informações são dinâmicas, agora não apenas os estudantes, mas também, os docentes têm que correr atrás de atualizações.
Abraço,
Carlos.

Artigo sobre estratégias de aprendizagem (INFOE 1)

Re: Pólo de Campo Grande - Parte 1 - Estratégias de Aprendizagem
por [Aluno] Carlos Alberto Soares Leite - sexta, 14 novembro 2008, 10:10
Bom dia pessoal,
Navegando pela NET achei um assunto sobre estratégias de aprendizagem, parte da introdução é a seguinte: "... Tem sido proposto e investigado um grande número de modelos experimentais de estratégias, inclusivamente treino estratégico académico, aprendizagem recíproca (Palincsar and Brown 1984), estratégias específicas de aprendizagem (Deshler and Schumacher 1989). Ainda que haja diferenças de modelos, todas convergem em dois pontos: Primeiro, há um grande número de estudantes, muitas vezes designados como "de risco", desmotivados, imaturos, com dificuldades de aprendizagem, etc. que são deficientes no uso de estratégias de aprendizagem. Estes estudantes podem-se encontrar tanto em programas de educação regular como em educação especial. Em segundo lugar, estes estudantes podem aprender estratégias de aprendizagem o que os vai ajudar a abordar as tarefas com mais eficácia e eficiência, aumentando as suas hipóteses de sucesso..." .
Fonte: http://www.malhatlantica.pt/ecae-cm/aprendizagem.htm
Sds,
Carlos.